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Missão de expandir o comércio com a China

29/01/18

A missão é composta pela Ministra Carolina Cosse, Antonio Carámbula, o presidente da Cuti Leonardo Loureiro, representantes de 25 empresas do setor e o chefe da Câmara de Comércio Uruguai-China, Gabriel Rozman.
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No âmbito do 30º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre Uruguai e China, na quarta-feira 31, a Ministra da Indústria, Energia e Minas, Carolina Cosse, conduzirá uma delegação àquele país para promover a cooperação em tecnologias da informação e comunicação. O chefe do Uruguai XXI, Antonio Carámbula, disse ao site da Presidência da República que outro objetivo da missão é atrair investimentos para o setor.

 

A delegação retornará na terça-feira, 6 de fevereiro. A missão é composta por Carámbula, o presidente da Câmara Uruguaia de Tecnologia da Informação (Cuti), Leonardo Loureiro, representantes de 25 empresas do setor e o chefe da Câmara de Comércio Uruguai-China, Gabriel Rozman.

 

O principal objetivo da viagem é a promoção do comércio e dos investimentos, assim como a visita a grandes empresas de tecnologia nas cidades de Shenzhen, província de Cantão, e na capital chinesa, Pequim.

 

Haverá também reuniões com a China International Trade Promotion Agency (CCPIT) e reuniões com empresários chineses de ambas as cidades. A agenda inclui contatos com agências governamentais nacionais e regionais. Além disso, o ministro dará dois seminários.

 

"É a primeira missão à China este ano no marco do 30º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e após a recente visita do Ministro das Relações Exteriores chinês Wang Yi", disse Carámbula em uma conversa com a Secretaria de Comunicação Institucional. A China insiste na possibilidade de assinar um acordo de livre comércio com o Uruguai.

 

"A China é o principal parceiro comercial do Uruguai em termos de mercadorias. Vinte e oito por cento do total de mercadorias foram para esse destino em 2017 e nosso país é um dos mais importantes exportadores de carne para a China. Temos muito a crescer em serviços tradicionais, tais como turismo e logística, e também em serviços globais", disse Carámbula. Os dois países têm um acordo de parceria estratégica em vigor desde 2016.

 

 

 

 

Fonte: El País

 

 

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