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IBM investirá US$ 5,5 milhões no primeiro centro da cadeia de blocos na América Latina

27/03/18

Ela estará localizada em São Paulo e ajudará os clientes a construir uma nova geração de aplicações de blockchain na plataforma IBM Cloud.
Tiempo de lectura: 2 minutos

A gigante da tecnologia IBM anunciou ontem que investirá US$ 5,5 milhões até 2020 no primeiro centro de soluções dedicado à cadeia de bloqueio na América Latina, que estará localizado na cidade brasileira de São Paulo.

 

Este novo "hub" de uma tecnologia que garante a veracidade das transações na Internet é projetado para ajudar "os clientes a construir uma nova geração de aplicações em cadeia de bloqueio na plataforma IBM Cloud, com os mais altos níveis de segurança", disse a empresa em um comunicado enviado à Efe.

 

O centro "permite aos clientes de toda a América Latina abordar novas formas de transações comerciais", disse Ana Paula Assis, gerente geral da IBM Latin America, citada na nota.

 

Com esta infra-estrutura, que começará a operar no segundo trimestre de 2018, o Brasil se junta ao grupo de 5 países - Reino Unido, EUA, Canadá, Japão e Alemanha - que possuem infra-estrutura IBM Cloud com capacidade de cadeias de bloqueios.

 

O investimento também oferecerá aos clientes na América Latina da empresa americana "um lugar único para desenvolver todo o ciclo de vida das soluções comerciais 'blockchain', desde o início, na IBM Cloud", acrescentou a empresa.

 

Este "hub" será conectado a outra unidade chamada "IBM Cloud Garage", também desembarcada recentemente em São Paulo, que reúne as práticas Design Thinking, Agile e DevOps para ajudar empresas de todos os tamanhos e indústrias a construir rapidamente novas aplicações e software.

 

Blockchain, como é conhecida, é a mesma tecnologia por trás da ascensão do bitcoin e outras moedas criptográficas, funcionando como uma plataforma de troca digital altamente segura, sem a necessidade de intermediários.

 

De acordo com a consultoria IDC, esta tecnologia na América Latina terá uma das taxas de crescimento mais rápidas até 2021, com 127,3%.

 

 

 

Fonte: El País

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