É o que acontece "tradicionalmente" em sua experiência particular, disse Roberto Oliveira, diretor da empresa ICA (Ingenieros Consultores Asociados) e membro da Câmara Uruguaia de Tecnologia da Informação (Cuti).
"A pecuária tem aplicações de TI muito menores do que a agricultura ou a silvicultura. O impulso do sistema de rastreabilidade fez com que muitas empresas entendessem bem incorporar sistemas de gerenciamento para gerenciar as informações que provêm da identificação individual dos animais, que anteriormente não existiam", acrescentou ele.
Entretanto, ele estimou "sem dúvida" que a possível reabertura do mercado japonês para a carne uruguaia e a provável intensificação das exportações para a China e Egito poderiam impulsionar a pecuária como demandante das Tecnologias de Informação e Comunicação.
"Há dez anos, era difícil encontrar empresas de TI que viam a agricultura como um nicho importante. Isso tem mudado nos últimos anos", disse Oliveira, um engenheiro elétrico reciclado para a informática que também é produtor de gado em Lavalleja (criação) e Canelones (criação e invernada) desde 1993.
Nas reuniões de pessoas ligadas às TICs, o tema da agricultura é visto "cada vez mais" como "uma necessidade e como algo em que realmente vale a pena se envolver", disse ele à Carve.
Por outro lado, o Sr. Oliveira salientou que as empresas agrícolas sentem "muito mais" do que antes a necessidade do uso dessas tecnologias, para "a otimização do que tem a ver com a produção".
Fonte: Esculpir
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