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A Tabela TIC: Poucas mulheres nas TIC. Razões para a adesão de meninas

9/05/18

A desigualdade de gênero é um problema em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Acontece em vários países ao redor do mundo, mas no Uruguai é um fenômeno muito marcado.
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No caso das tecnologias de informação e comunicação, em nosso país, apenas 30% do pessoal é do sexo feminino.

 

Por que isso acontece? Quais são as conseqüências desse desequilíbrio? Temos que trabalhar para reverter essa situação? Por quê? E o que deve ser feito?

 

No La Mesa TIC de hoje falamos com quatro mulheres 100% envolvidas nestes setores. Eles compartilharam sua experiência, as vantagens (e desvantagens) do treinamento, dedicando-se e se desenvolvendo nestas áreas de conhecimento.

 

As seguintes pessoas participaram da Mesa TIC de hoje: Andrea Delgado, Engenheira de Computação. Mestre e Doutora em Ciência da Computação por Pedeciba, Udelar, e pela UCLM, Espanha; Marianne Oliveira Mattos, engenheira civil, com mestrado em Gestão de Empresas Tecnológicas, gerente de Planejamento e Finanças da ICA, membro do conselho da CUTI desde julho de 2016; Marcela Corbo, engenheira de sistemas, com pós-graduação em biomedicina e mestrado em administração (MBA), diretora da área de negócios de Saúde da Genexus Consulting e do produto K2BHealth; Sofía Palamarchuk, engenheira de computação, CEO para os EUA da Abstracta, empresa uruguaia de consultoria em qualidade de software.

 

 

Parte 1:

 

 

 Parte 2:

 

 

Parte 3:

 

 

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