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Cosse dirige a missão à China

22/01/18

A Ministra da Indústria, Energia e Minas, Carolina Cosse, chefiará uma missão à China em 31 de janeiro, a fim de promover a cooperação no setor das TIC entre os dois países através do comércio e dos investimentos.
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Isto foi relatado ontem por Antonio Carámbula, diretor executivo do Instituto de Promoção de Investimentos e Exportações Uruguai XXI, que disse que nosso país visa com esta missão exportar software e serviços para a China e atrair mais investimentos.

 

"A China é hoje um dos principais países emissores de investimentos no mundo e esperamos que este bom momento das relações entre os dois países ajude a trazer mais investimentos para o país", disse Carámbula à rádio local Radio Uruguay.

 

Um relatório oficial da Câmara Uruguaia de Tecnologia da Informação (CUTI) detalhou que a agenda da missão será estendida até 6 de fevereiro e inclui viagens às cidades de Shenzhen e Pequim e visitas a gigantes tecnológicos asiáticos como Huawei, Tencent, DJI e Baidu.

 

Durante a visita do Presidente Tabaré Vázquez à China em 2016, "foi assinado um acordo de parceria estratégica (entre os dois países) que está dando frutos", disse Carámbula, que observou que "cada vez mais homens de negócios e autoridades chinesas" estão visitando o país.

 

Quanto ao possível acordo comercial entre a União Européia (UE) e o Mercosul, Carámbula disse que, embora não pudesse ser fechado antes do final do ano passado, "muito progresso foi feito".

 

Carámbula disse que não se trata de um Acordo de Livre Comércio (TLC), mas de um "comércio administrado" e disse que é muito importante para o Uruguai.

 

"O Uruguai está classificado como um país de renda média alta e isso significa que perdemos algumas preferências tarifárias para entrar no mercado europeu, portanto é fundamental avançar em acordos comerciais", disse ele.

 

Carámbula acrescentou que os produtos uruguaios devem ser "competitivos em termos de preços" e que os acordos comerciais são muito importantes porque "é uma forma de defender a produção nacional e o trabalho dos uruguaios".

 

 

 

 

Fonte: El País

 

 

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